quinta-feira, 20 de junho de 2013

STF autoriza Congresso a dificultar criação do Partido da Minha Anta

O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) concluiu nesta quinta-feira (20) o julgamento do Mandado de Segurança (MS) 32033, que questiona o projeto de lei que cria restrições para a criação de novos partidos políticos (PL 4470/2012 – aprovado pela Câmara e recebido no Senado Federal como PLC 14/2013). Com os três últimos votos proferidos, a maioria dos ministros decidiu negar o MS de autoria do senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), cassando a liminar deferida pelo relator do processo, ministro Gilmar Mendes, que determinou a suspensão do trâmite do projeto de lei.

O julgamento foi suspenso na quinta-feira passada (13) e, até aquele momento, os ministros Gilmar Mendes (relator) e Dias Toffolli já haviam se pronunciado pela concessão parcial do MS, por considerarem inconstitucional a deliberação legislativa nos termos adotados pelo Congresso Nacional. Em sentido contrário, haviam votado pelo indeferimento do pedido os ministros Teori Zavascki – que abriu a divergência – Rosa Weber, Luiz Fux, Ricardo Lewandowski e Marco Aurélio.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Apesar dos esforços da Minha Anta, Brasil é premiado por reduzir fome à metade antes de 2015

Outros 37 países também foram premiados pela FAO. Entidade da ONU é dirigida por José Graziano da Silva.

A Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) premiou neste domingo (16) o Brasil, e mais 37 países, por ter reduzido a fome pela metade antes de 2015, meta de cumprimento dos objetivos do milênio das Nações Unidas.

'A todos e cada um de vocês, quero dizer-lhes que são a prova viva de que quando as sociedades decidem pôr fim à fome e quando existe um compromisso político dos governos, podemos transformar esta vontade em ações e resultados concretos', disse o diretor da FAO, o brasileiro José Graziano da Silva, ao abrir a sessão.

'A FAO está orgulhosa de trabalhar com todos os Estados-membros, desenvolvidos e em desenvolvimento, para alcançar nossa visão comum de um mundo sem fome e sustentável', acrescentou.

'Somos a primeira geração que pode acabar com a fome, uma praga que a humanidade sofre desde o alvorecer da civilização. Aproveitemos esta oportunidade', disse, ainda, Graziano.

A cerimônia foi celebrada na sede mundial da organização, na capital italiana, e a ela assistiram vários presidentes, entre eles os presidentes Nicolás Maduro (Venezuela), Ricardo Martinelli (Panamá), Porfirio Lobo (Honduras), a vice-presidente da República Dominicana, Margarita Cedeño de Fernández, e o vice-presidente da Nicarágua, Omar Halleslevens Acevedo.

'Ter reduzido pela metade a desnutrição infantil significa que ainda temos outra metade para continuar trabalhando', declarou Martinelli ao falar perante a assembleia.

O presidente panamenho também propôs a criação de 'um fundo especial para comprar os excessos de alimentos que outros países descartam para não fazer cair os preços e dá-los para aqueles países que não têm a capacidade de comprá-los a preços normais'.
O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, que atribuiu os êxitos no combate à fome em seu país ao falecido antecessor e padrinho político, Hugo Chávez - sendo muito aplaudido pela assembleia -, contou que na Venezuela foram criados planos de assistência aos mais necessitados, dando 'status de direito humano ao direito à alimentação' e criando um Ministério da Alimentação.

Segundo Maduro, na Venezuela foi criada a maior rede pública do mundo de distribuição de alimentos, com 22 pontos de distribuição.
A rede consegue atender 61% dos lares, com subsídios que cobrem 60% a 80% dos alimentos, graças ao que tem sido possível diminuir a subnutrição de 13,8% aos atuais 2,4%, disse o presidente venezuelano.

A FAO entregou diplomas por seu desempenho na redução da fome a outros dez países latino-americanos, além do Brasil: Chile, Cuba, Guiana, Nicarágua, Peru, Venezuela, República Dominicana, Honduras, Panamá e Uruguai.

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Depois de apanhar por defender Feliciano, Marina Silva sugere controle da internet

Em artigo publicado hoje na Folha de São Paulo, a ex candidata derrotada à presidência da República Marina Silva, defendeu o controle da Internet. Marina, que é evangélica, sofreu duras críticas após na rede mundial de computadores após tentar defender o Deputado Pastor Marco Feliciano. Por julgar as críticas infundadas, Marina Silva disparou contra a internet.

Segundo ela, "no universo das mídias, as virtudes da credibilidade e a opinião informada convivem com os vícios dos preconceitos, mentiras e desinformação. Acontece que o atraso também buscou o novo ambiente." Segundo Marina Silva, cujo movimento ambientalista usou robos para espalhar boatos sobre o Código Florestal durante a reforma da lei, "várias organizações mantêm suas brigadas digitais, com "editores" dos debates e notícias, uma indústria subterrânea da calúnia."

Baseados no artigo de Marina Silva, alguns ambientalistas, velhos aliados, já vêm defendendo o controloe da net com eufemismos como "certificaçaõ de credibilidade".

Pau que dá em Aldo, dá em Marina

Marina Silva, doida por um partido, anda se queixando da militância na internet. Marina, que é evangélica, vem recebendo criticas virtuais por ter apoiado o Deputado Pastor Feliciano, do PSC. E não adianta remendar. Apoiou, sim, porque tem interesse no apoio dos evangélicos. Marina Silva recebeu críticas de todos os lados por aquele meio do qual ela se achava a dona, assim como se acha a dona dos rios, dos mares e das florestas: a Rede, a internet.

Durante os debates do Código Florestal, Marina Silva foi a líder de um movimento nas redes sociais que mentiu, espalhou boatos, atacou deputados e senadores, tentou destruir biografias. Ela mesmo, ao twitter, contribuiu para espalhar uma série de inverdades. Agora está sentindo na pele a democracia da Rede. De bodoque virou vidraça. Abaixo, a sua coluna de hoje, na Folha de São Paulo, onde sugere que tem gente recebendo salário, como nas ongs internacionais que a apóiam, para espalhar boatos contra ela.

Quando Marina se lambusava com a militância radical, a internet é progressista e sonhática. Agora, que Marina vem levando chumbo pelo apoio que deu a Feliciano, a net é atrazada. Segundo sua coluna publicada na Folha de hoje "o atraso também buscou o novo ambiente."

Não chore, Minha Anta! Pau que dá em Aldo Rebelo, também dá em Marina Silva!

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Provando do próprio veneno: "Fascismo progressista"

E Marina Silva, quem diria?, se tornou alvo de uma forma de patrulha de que sempre foi beneficiária. O lobby gay e antirreligioso fez com ela o que o lobby ambiental costuma fazer com seus adversários: intimidá-los por aquilo que não dizem nem pensam; ignorá-los por que aquilo que dizem e pensam. São os tempos do obscurantismo das supostas luzes; são os tempos “fascismo progressista”, como se isso fosse possível. Volto ao tema daqui a pouco.

Do Blog do Reinaldo Avezevedo

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Jean Wyllys acusa Marina Silva de fazer política Um Ponto Zero

O Deputado Federal e ex-BBB Jean Wyllys acaba de acusar minha anta de fazer política convencial um ponto zero ao defender o também pastor evangélico, Marco Feliciano. Wyllys disse que Marina Silva está fazendo relação "custo X benefício" para não perder eleitorado fundamentalistas nas eleições de 2014. Marina Silva diz que o tipo está sendo criticado "porque é evangélico", mas não o critica por seu racismo, homofobia e vídeo difamatório, completou o ex bbb chamando Marco Feliciano de "tipo".

"Marina Silva é eficaz em se equilibrar sobre o muro e não se posicionar claramente sobre questão política alguma, mesmo a ambiental", emendou Wyllys. Daqui a pouco, Marina Silva virá a público para dizer que foi "mal interpretada", como sempre, para garantir o eleitorado "ambientalista", disse o ex BBB.

Esqueçam tudo que eu falei, diz Marina Silva sobre Marco Feliciano

Depois de apenhar nas redes sociais por ter defendido o deputado Marco Feliciano (PSC-SP), a ex-senadora Marina Silva disse que vai divulgar na internet o vídeo de uma palestra dada na noite de terça-feira, 14, em que disse que o presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara estaria sendo "mais hostilizado por ser evangélico que por suas declarações equivocadas".